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segunda-feira, 5 de maio de 2008

MULHER CACHORRA

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Depois eu faço um post sobre a música abaixo e a minha atração fatal por ela. Agora, continuando nesse trem da mulher canalha (em homenagem as canalhas) vou relatar um exemplo básico da mulher cachorra.
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Perto de onde eu trabalho mora uma morena muito show e todos os dias ela passa em frente ao portão. Quando tenho sorte de estar lá fora fazendo um lanchinho naqueles boys que trazem o lanche em uma bicicleta eu consigo vê-la passar. Ver não, admirar. A morena é realmente um espetáculo. Talvez não seja tão bonita nem tão gostosa. É até meio magrinha demais, mas tem estilo. Tem aquilo que eu mais aprecio em uma mulher: Feminilidade. A garota anda como mulher, olha como mulher, esnoba como mulher. Não preciso nem dizer que fico babando né?
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Bem, mas isso não vem ao caso. Vem ao caso o pouco que eu pude saber sobre ela. Parece que é uma jovem com, no máximo, 19 anos. Casou com, o que me parece ser, um coroão com grana. Passa o dia na casa dos pais e à tardinha vai para o aconchego do seu lar matrimonial. Dizem as más línguas que o casamento é só para manter um bom status e viver bem, além, é claro, das insinuações de que conserva uma bela galhada em torno da cabeça do marido.
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Pois bem, ouvi falar que o dinheiro do esposo não é tão lícito e que por causa disso, o mesmo acabou sendo preso, aquele tipo de prisão à moda brasileira: passa um tempo na cadeia só até um bom advogado botar aquele papo. Ao que tudo indica, ainda se encontra preso neste momento.
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Vamos agora ao que interessa. Viajo eu para a minha bela cidadezinha do interior para passar um findi com minha família e eis que encontro lá, quem? A dita cuja. Toda faceira, muito bem produzida e vestida para matar. Eu então imagino: o que será que aquela criatura estava fazendo lá? Como a cidade é pequena e todo mundo conhece todo mundo, eu sabia que ela nunca havia estado ali. Deixei esse detalhe de lado. Vi ela nas noites do sábado e do domingo. Como eu estava acompanhado não pude ficar observando porque corria sério risco de sofrer um belo puxão de orelha. Mas as poucas vezes que eu a vi, ela estava de papo com vários homens alternadamente. Mas não era um simples papo, se é que me entendem.
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Quando comentei o fato com um amigo, ele, que morava na cidade e sabia mais que eu, me disse que ela já havia estado na cidade algumas vezes e que nessas vezes tinha ficado com um rapaz de lá. Percebi então que era verdade o que diziam sobre ela e que a moça não passava de uma cachorra. O marido dando do bom e do melhor, detido em uma cela de prisão, e ela lá, toda faceira, sozinha e dando bola para os rapazes a vontade, se é que não deu mais coisas né.
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Detalhe: tudo isso com a aliança no dedo.
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Para que algumas mulheres não pensem que isso tudo faz parte de uma conspiração minha para denegrir a imagem das mulheres, eu já a vi dando uma bela encarada em outro cara dia desses. Um olhar daqueles que deixam até os mais safados sem ação. Portanto, tudo que falei sobre essa garota não é apenas uma mera suposição, mas uma verdade comprovada.
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